Se você não faz Gestão Financeira, está, definitivamente, perdendo dinheiro

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Conforme sua empresa vai crescendo, é comum que maiores desafios e ações aconteçam no dia a dia, dessa forma, há um grande aumento de complexidade da administração. 

 

O que era antes era executado com apenas uma pessoa, agora exige mais mãos e maior envolvimento de outros funcionários. 

 

É nesse momento que a gestão financeira surge. Mas, do que ela se trata? 

 

Continue lendo o conteúdo do blog EAG e entenda mais sobre o assunto. 

 

Importância da gestão financeira empresarial 

Se você não faz Gestão Financeira, está, definitivamente, perdendo dinheiro

 

Segundo informações do portal Equals, plataforma de gestão financeira inteligente, ela é uma das funções administrativas mais importantes em uma empresa. 

 

A gestão é a principal responsável pelo planejamento e controle de uso do dinheiro da instituição. Ela possui influência direta (e indireta!) em todos os setores, visto que dependem do orçamento disponível e direcionado para seu funcionamento. 

 

Por isso, é preciso uma aplicação correta de recursos nas operações para que lucro seja gerado e não o contrário! 

 

O processo organizacional ideal para que aconteça uma boa gestão financeira inclui alguns tópicos primordiais, como: 

  • Planejamento; 
  • Controle; 
  • Comunicação; 
  • Direção; 
  • Avaliação. 

Ou seja, você começa a fazer gestão financeira antes mesmo de começar a aprender os relatórios administrativos. Entenda a seguir como a gestão financeira de uma empresa acontece e porque estes outros tópicos estão relacionados às finanças da sua organização. 

 

Como funciona a gestão financeira de uma empresa em 7 passos 

Você sabe como funciona o fluxo de caixa de uma empresa?

 

Se não faz nenhuma ideia, veja abaixo quais são os processos contábeis relacionados, além de vários relatórios administrativos envolvidos na saúde empresarial.

 

Confira mais no podcast do EAG abaixo TUDO o que você precisa saber sobre como fazer gestão financeira em sua empresa. Não perca nada!

 

1 – Fluxo de caixa 

O fluxo de caixa nada mais é do que o controle de entrada e saída dos recursos da empresa.

 

Por meio deste relatório são realizadas projeções conforme o resultado das contas a pagar e receber, com muita atenção à origem das receitas.

 

Veja abaixo as três divisões do fluxo de caixa:

  • Fluxo de caixa das operações (FCO): mostra quanto a empresa está gerando de caixa;
  • Fluxo de caixa de investimento (FCI): mostra o valor que está investido em ativos;
  • Fluxo de caixa de financiamento (FCF): mostra detalhe sobre as movimentações de capital próprio e também advindos de terceiros.

Aprenda como funciona o fluxo de caixa, um dos relatórios financeiros mais básicos de uma empresa. 

 

2 – Capital de giro 

De uma maneira simples, o capital de giro é a quantidade de dinheiro precisa para que a empresa mantenha-se funcionando nos próximos meses.

 

Ele é um composto de todos os valores de caixa, quantias existentes em contas bancárias, valores a receber e muito mais.

 

3 – Contas a pagar e receber 

As contas a pagar são aquelas referentes aos compromissos e obrigações financeiras da empresa diante de seus funcionários e fornecedores – como salários e encargos sociais.

 

Enquanto isso, as contas a receber são os valores que estão previstos no caixa da empresa dentro de um período, como as parcelas dos clientes que compraram a prazo, por exemplo.

 

Geralmente representam uma visão de curto prazo do que acontecerá dentro da organização.

 

Dessa forma, a empresa já sabe qual o valor possui no começo do mês, quanto dinheiro será para pagar os salários e demais impostos.

 

É possível também ter uma média de vendas a prazo e a quantidade de parcelas que serão recebidas naquele mês.

 

4 – Folha de pagamento 

A folha de pagamento é um documento que é emitido todos os meses pelas empresas. Nele, contém as informações importantes sobre as receitas cada colaborador, como:

  • Jornada de trabalho;
  • Questões fiscais;
  • Questões contábeis;
  • Questões trabalhistas.

Assim, por meio da folha de pagamento a empresa saberá quanto deve a cada colaborador e prestador de serviços, podendo fazer a emissão do holerite, um documento obrigatório no caso dos funcionários contratados com carteira assinada.

 

5 – Emissão de nota fiscal 

A nota fiscal é o documento que comprova e regulariza todas as vendas ou serviços realizados pela empresa.

 

Ela é essencial para que o negócio esteja regularizado, além de sua importância na declaração dos impostos de operações criadas, evitando assim possíveis multas com a fiscalização.

 

O principal objetivo dessa emissão é realizar o registro do processo de venda, descrever quais foram as informações primordiais entre o vendedor e o consumidor, além de detalhes importantes, como:

  • Tipo de produto ou serviço, 
  • Quais são os impostos aplicados, 
  • Valores,
  • Entre outras questões.

A emissão da nota fiscal é uma obrigação legal, mas, ela também serve como um facilitador para organização e processos internos da empresa.

 

6 – Gestão de estoque 

Um dos processos considerados mais complicados de todos é a administração de estoque, mas, que devem ser feitas em todas as empresas.

 

Essa ação inclui o monitoramento e análises contínuas de todos os produtos presentes no estoque – independente se estiver em sua forma acabada, em formato de insumos ou de matéria prima.

 

Assim, tem-se uma maior organização de vendas, de compras que podem ser feitas e o que faltará no futuro. 

 

7 – Análise de indicadores e planejamento financeiro 

Os indicadores financeiros mostram se você está na trajetória correta de crescimento – de acordo com as métrica usadas.

 

Essas análises também podem ser aplicadas para mudar a rota que está sendo traçada, verificando mais precisamente os custos, investimentos com maior rentabilidade e tantos outros resultados.

 

Os indicadores financeiros mais utilizados, são:

  • Faturamento;
  • Lucro bruto;
  • Ponto de equilíbrio;
  • Margem de lucro;
  • Margem bruta;
  • Liquidez corrente;
  • Potencial de geração de caixa;
  • Lucro;
  • Rentabilidade;
  • ROI;
  • Ticket médio;
  • Giro de estoque.

Se você ainda não começou a verificar os indicadores de sua empresa, esse é o momento de parar e começar a aplicar essa ação contínua. 

 

Os 3 principais erros da gestão financeira em pequenas e médias empresas 

Você sabia que existem alguns erros mais comuns na gestão financeira dentro das pequenas e médias empresas? Confira quais são eles abaixo:

 

Não definir um pró-labore 

Primeiramente, é preciso entender do que se trata o pró-labore.

 

O pró labore nada mais é do que o salário pago ao dono da empresa e seus sócios – direito garantido no Decreto 3.048/99, do qual constata que ele é obrigatório para os sócios que atuam em funções administrativas da empresa.

 

Assim, é primordial que essa quantia seja fixa e não varie conforme o lucro da empresa, gerando uma maior responsabilidade de aplicações e planejamento em todas as escalas envolvidas.

 

Caso queira, o empresário pode fazer a distribuição de lucros conforme o período desejado. O mais recomendado é uma vez por semestre ou uma vez no ano. Mas, é claro, que para distribuir lucros a empresa precisa estar lucrando, ok? Senão, o salário do dono poderá prejudicar as contas da empresa. 

 

Além disso, é importante que o líder saiba como registrar o pró-labore nos relatórios contábeis para maior organização interna das finanças empresariais.

 

Não separar as finanças pessoais das finanças empresariais 

Um dos erros mais comuns por parte dos empreendedores é misturar o dinheiro pessoal com as finanças do negócio.

 

Para que a gestão financeira aconteça de uma forma positiva, é preciso ter os números do seu negócio de uma forma clara e acessível.

 

Assim, ao incluir seus gastos pessoais, você não conseguirá realizar o reinvestimento e gestão correta dos números. Inclusive, são as contas pessoais dos donos de empresa que dificulta a gestão de muitas empreass. Casos em que a empresa dá lucro, mas o dono dá prejuízo. 

 

Clique aqui e leia o post completo de Marcelo Germano sobre a importância de seárar finananças empresariais das finanças pessoais.

 

Não ter metas 

Quando uma empresa não possui metas ou objetivos, não se tem certeza de onde se quer ou pode chegar.

 

Assim, é muito mais fácill e traçar rotas impossíveis ou sem sentido nenhum, que não estão alinhadas com o propósito da empresa. 

 

Uma das principais ações que devem ser feitas em qualquer companhia é ter objetivos bem estabelecidos por meio de um planejamento estratégico específico. Assim, a empresa terá um crescimento direcionado e a equipe será motivada a ter melhores resultados. 

 

Não ter uma reserva de emergência 

A reserva de emergência é primordial para que o empresário tenha segurança financeira e possa lidar com imprevistos.

 

Dessa forma, aqueles que possuem uma boa quantidade de dinheiro guardada, conseguem sobreviver períodos de baixas vendas, crises e imprevistos sem sofrer tanto quanto aqueles que não a possuem.

 

Delegar e não conferir 

Ao passar responsabilidades para o seu colaborador, você tem conferido se está tudo sendo executado conforme o esperado?

 

É importante frisar que conferir é diferente de confiar! O seu funcionário deve cumprir com as obrigações e serviços que lhe foram ministrados no cargo. 

 

Porque será que alguns donos ainda não realizam a gestão financeira da empresa? Clique no vídeo abaixo e entenda mais!

Achar que é preciso ser bom em matemática 

Muitos comandantes acham que é preciso ser bom em matemática para saber administrar os negócios com mais cuidado.

 

É preciso atenção! Isso é uma grande crença limitante que acaba sabotando o empresário e também seu próprio negócio.

 

Não é preciso ser o mestre das exatas ou ter formação em áreas relacionadas, basta ter o conhecimento mínimo sobre isso.

 

Além disso, é possível contratar profissionais responsáveis para exercer essa função e tornar sua empresa cada vez mais autogerenciável.

 

Não estabelecer processos financeiros 

Incluir processos financeiros é de suma importância para que qualquer pessoa tenha a habilidade de entregar relatórios e assim, aplicar todas as operações necessárias durante o dia.

 

A gestão financeira é uma ação que deve ser feita diariamente, sendo assim, relatórios financeiros devem fazer parte da rotina dos profissionais responsáveis.

 

Como fazer gestão financeira em tempos de crise? 

Diferente do que se imagina, são nos momentos de crise que grandes empresas surgem. Mas, como dar o pontapé inicial?

 

Confira abaixo 3 pontos que devem ser seguidos para obter sucesso em tempos difíceis:

 

1 – Faça gestão de custo empresarial

Primeiramente, é preciso saber quais são as despesas de sua empresa, por isso, investigue mais sobre a origem dos custos e como influenciam no capital final.

 

Depois disso, é o momento de realizar um bom planejamento estratégico, detalhando todas as etapas envolvidas de todos os profissionais contratados.

 

Assim, você terá muito mais habilidade de gerenciamento da companhia de uma forma geral.

 

Como já dito antes, é preciso atenção ao estoque, melhorando a gestão de custos e investimentos em mercadorias – nem demais nem de menos!

 

Posteriormente, você deve estabelecer metas, sempre buscando por melhorias constantes. Pare e se pergunte: O que minha empresa precisa? Onde queremos chegar?

 

Ao estabelecer objetivos, fica muito mais fácil saber quais caminhos tomar no futuro.

 

2 – Tenha estratégia de precificação

Estratégias de precificação são técnicas aplicadas para definir o valor de um produto ou serviço de forma a obter mais lucro.

 

Assim, a empresa possui mais informações sobre seu cliente e a quantidade de demanda, melhorando as possibilidades de compra e de aceitação no mercado.

 

Os métodos mais usados são:

  • Precificação competitiva: é feita pela análise dos valores dos concorrentes; 
  • Freemium: estratégia muito utilizada por empresas que realizam vendas via assinatura, como Netflix, por exemplo. Aqui, o produto é oferecido de graça durante um tempo, convencendo o usuário a realmente pagar por ele após o período de teste; 
  • Skimming: o produto é lançado no mercado com um valor alto, porém, tem seu valor reduzido conforme a aceitação ou demanda dos clientes; 
  • Preço de custo acrescido: aqui é feito a conta do custo total de produção e é aplicado o valor da porcentagem do lucro desejado em cada unidade; 
  • Precificação baseada em valor: o preço é moldado de acordo com o consumidor final. Geralmente leva em conta o valor agregado e poder de compra do público alvo; 
  • Preço de penetração: o serviço é lançado com um valor bem abaixo do mercado, aumentando a participação e aceitação do consumidor; 
  • Precificação baseada em psicologia: utilizada para passar a impressão de ganho de dinheiro por parte do consumidor. Os exemplos mais claros são dígitos finais com 0,99 centavos.

3 – Obtenha ótica dos números empresariais

O empresário deve ter conhecimento de todos os números referentes a sua empresa, sejam eles sobre lucratividade ou não.

 

Somente assim é possível tornar-se um comandante de sucesso e obter uma empresa que pode andar sozinha pelas próprias pernas.

 

Mas, antes disso, é preciso todo o processo de inserção de cultura organizacional, da contratação dos funcionários certos e implantação de metas.

 

Quer saber mais sobre como ganhar destaque em meio aos tempos de crise? Confira o podcast do EAG abaixo com Marcelo Germano e o economista e consultor em finanças, Ricardo Rocha.

Quem faz a gestão financeira de uma empresa? 

Geralmente o diretor executivo, conhecido também como CEO, é o principal atuante nas questões de gestão financeira de uma empresa.

 

Além disso, ele também gerencia recursos, monitora as operações gerais, atuando também como ponto chave da comunicação entre a operação e a administração da empresa.

 

São eles os responsáveis por traçarem as etapas funcionais para atingir os objetivos, ademais, também costumam gerir a cultura organizacional.

 

O CEO costuma ter algumas habilidades únicas, como:

  • Atitude;
  • Iniciativa;
  • Coragem;
  • Intensidade;
  • Flexibilidade;
  • Resiliência;
  • Inquietude;
  • Organização;
  • Boa comunicação;
  • Gratidão.

Sou empresário: devo fazer um curso de gestão financeira? 

Se você não faz Gestão Financeira, está, definitivamente, perdendo dinheiro

É importante que o empresário tenha em mente que não basta apenas delegar as funções para os colaboradores. É preciso que tenha o conhecimento básico de finanças, no mínimo. 

 

Dessa forma, ele pode conferir e ficar de olho em quais são os próximos passos e planos para que a companhia possa crescer cada vez mais. Sem contar que um empresário que não entende os relatórios financeiros da empresa não saberá como usá-los para a estratégia de crescimento do negócio. 

 

O que acaba acontecendo nas empresas é o empresário escolher uma pessoa de confiança para os cargos administrativos da empresa. Uma pessoa de confiança, mas incompetente. 

 

O resultado, é que a pessoa incompetente – ou seja, que não sabe fazer provisões financeiras, se restrnge somente a emitir relatórios – não informe o empresário.

 

Por consequência, o empresário não sabe o que está acontecendo na sua própria empresa. Sem entender os relatórios, pode se endividar, perder dinheiro ou deixar de ver situações importantes para a saúde financeira. 

 

Isso reforça o conselho do Marcelo Germano:

 

No administrativo, o verbo não é confiar, é conferir!

Mas, como o dono de empresa vai conferir os relatórios sem entendê-los.

 

Daí a importância de todo empreendedor aprender a fazer gestão financeira!

 

Pós graduação em gestão financeira 

Muitos gestores se perguntam se realmente vale a pena realizar uma especialização em gestão financeira. 

 

Essa pode ser uma ótima alternativa para quem quer obter nível profissional no assunto e compreender melhor os próximos passos dentro da empresa.

 

Veja abaixo quais são os principais tópicos abordados nesse curso de pós-graduação:

  • Administração, 
  • Fundamentos das Finanças, 
  • Comportamento Organizacional e Ética
  • Estatística, 
  • Matemática Financeira, 
  • Aulas de Direito Empresarial,
  • Contabilidade, 
  • Gestão de Investimento, 
  • Mercado de Capitais, 
  • Capital de Giro e Formação de Preços; 
  • Legislação Tributária.

Todas essas matérias são muito bem aproveitadas durante o cotidiano do gestor, por isso, é importante investir em conhecimento e educação e aplicá-la com sucesso. Portanto, sim, fazer um pós-graduação em gestão financeira empresarial ou administração de negócios pode ajudar! Mas, nem sempre seráo suficiente. Afinal, tem muito dono de empresa graduado em administração que não sabe executar as finanças da empresa na prática!

 

Portanto, a decisão sobre fazer uma pós-graduação tem muito mais a ver com a intenção de desenvolvimento do empreendedor do que o resultado que garantido. 

 

Livros sobre gestão financeira para estudar 

Está querendo se aprimorar na arte da gestão financeira? Confira abaixo alguns livros essenciais para incluir em sua leitura diária:

 

Quem pensa enriquece — Napoleon Hill 

Livro quem pensa enriquece

Esse livro é resultado de 20 anos de pesquisa do assessor de ex-dois presidentes dos EUA.

 

Napoleon Hill estudou grandes nomes da gestão de empresas, como Henry Ford, Alexander Grand Bell e Theodore Roosevelt.

 

Assim, com base nesses estudos, reuniu 15 características que grandes milionários possuem em comum, explicando de maneira clara o que o leitor deve fazer para obter sucesso da mesma forma.

 

Pai rico, pai pobre — Robert T. Kiyosaki

Livro Pai Rico Pai Pobre

O empresário Kiyosaki conta sobre as lições que aprendeu com seu pai, que teve muito sucesso em seus empreendimentos com apenas o ensino médio completo.

 

Segundo ele, foram ensinamentos preciosos para que alcançasse o próprio sucesso e riqueza.

 

O livro nos convida a refletir – de maneira um pouco controversa -, sobre os pensamentos mais comuns de pessoas mais pobres.

 

O autor explica como obter inteligência financeira é primordial para saber a trilha da vitória. Não deixe de ler!

 

A estratégia do oceano azul — W. Chan Kim e Renée Mauborgne

Livro a estratégia do oceano azul

Aqui, os autores explicam como é necessário ter uma abordagem específica para tomar os próximos passos de empreendimentos – principalmente por parte de quem não sabe por onde começar.

 

Essa técnica é chamada de “A estratégia do oceano azul”, onde este seria um local pouco explorado, com menos concorrência e várias possibilidades de inovação.

 

Enquanto isso, existe o oceano vermelho, dominado por marcas consolidadas com muito mais dificuldade de crescimento.

 

Foram estudadas mais de 150 empresas para a formação do livro, de forma a entender o que foi executado para a obtenção de sucesso.

 

Como aprender gestão financeira? 

Essa questão pode variar de acordo com o desejo de cada pessoa.

 

É possível aprender gestão por meio de vários cursos simples na internet, começar uma faculdade de administração ou uma pós-graduação, as opções são infinitas!

 

O importante é ter assiduidade e continuidade no processo de ensino. Assim, qualquer um poderá se tornar mais conhecedor das técnicas e táticas primordiais do processo de gestão financeira.

 

Recomendamos que se inscreva no programa EAG. Neste treinamento, você aprenderá a dominar os 6 pilares necesesários para ter uma empresa sem caos através de uma equipe autogerenciável. No conteúdo do curso, inclui um módulo inteiro sobre gestão financeira. Além disso, como continuidade na jornada, o empreendedor poderá fazer o curso Alavanque seus Lucros e Máquina de Vendas, dois cursos que te ensinaram técnicas para melhorar seu faturamento e organizar as finanças do seu negócio.

 

Que tal? Se quiser saber mais sobre o assunto clique no botão e converse com uma pessoa da nossa equipe!