Isto é o que vai tornar a sua empresa autogerenciável

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Tempo de leitura: 8 minutos

Você, empresário, sabe qual é o principal segredo de uma empresa autogerenciável? A resposta é mais simples do que você pensa: ter as pessoas certas e capazes de entregar resultados. E elas só entregam resultados se estiverem alinhadas com o que o dono acredita e se essa crença estiver clara na cultura dessa empresa.

Portanto, para ter um time que funcione sem que o dono precise estar sempre junto, tem clareza sobre onde a empresa quer chegar e cada um sabe o que entregar, é preciso que ele esteja movido por uma cultura que incentive a isto. 

Por isso, eu, Marcelo Germano, fundador do EAG Empresa Autogerenciável, vou explicar como a cultura da sua empresa é um dos principais fatores para  tornar a sua empresa autogerenciável, a partir do que eu mesmo construí ao longo da minha carreira de 24 anos como empresário. 

Te desejo uma excelente leitura e reflexão!

Ter uma cultura organizacional clara e alinhada    

Você pode nem estar atento a este detalhe, mas a cultura organizacional é a primeira coisa que precisamos citar, pois ela é simplesmente a forma como toda a sua empresa funciona. 

A cultura precisa estar alinhada aos anseios do dono da empresa. Se ela estiver em desacordo com o que o dono quer, ou se ele nunca parou para pensar nisso, o resultado é uma empresa que se repete… uma empresa que vive no caos. 

Quando se tem processos de execução bem estabelecidos e em comum conhecimento de todos, e além disso, as pessoas certas para executar os processos, você posiciona seus profissionais de modo que caminhem na mesma direção, alinhados com o objetivo central da empresa. 

O que faz com que essa cultura seja bem estabelecida por você, empresário, e absorvida por todos os funcionários da empresa, é ter sempre em mente a missão, visão e valores do seu negócio. Porém, só você saber desses três itens não muda o jogo. Todas as pessoas que trabalham no seu negócio precisam saber e além de saber, precisam viver a missão, a visão e os valores do seu negócio.

Isso torna a sua equipe madura e ciente do que é preciso para obter verdadeiros resultados.

Saber a diferença entre trabalho operacional e trabalho estratégico

Para se ter uma empresa autogerenciável, é necessário se posicionar no lugar certo, tanto você dono, quanto seus funcionários. Para isso, é preciso entender a diferença entre trabalho operacional de seus colaboradores e trabalho estratégico.

Enquanto os funcionários trabalham para fazer a empresa funcionar, o dono trabalha para o seu negócio crescer. Saber diferenciar estas duas concepções, resulta em uma cultura organizacional mais forte. 

Ou seja: o trabalho operacional é o que precisa ser feito pelos colaboradores, com o objetivo de entregar ao cliente o serviço prometido. 

Já o trabalho estratégico, feito por você, empresário, está sempre objetivando conduzir sua empresa para suas respectivas missões, visões e valores, bem como desenvolver as pessoas que produzem esses resultados.  

O nível de sucesso da sua empresa pode ser medido pela execução correta do trabalho operacional e do trabalho estratégico. 

Se o seu negócio não tem batido as metas (ou talvez nem tenha metas), é muito provável que o nível de maturidade dos seus colaboradores seja baixo. E, quando isso acontece, um grande erro cometido pelos empresários é fazer, além do trabalho estratégico, o trabalho operacional para que a empresa continue funcionando. 

Ou seja: o empresário tem sua carga de trabalho dobrada e acaba vivendo um verdadeiro caos no negócio.

Logo, os benefícios de ter uma empresa autogerenciável são: como o próprio nome ‘gerenciável’ diz, uma gestão mais organizada, clareza sobre o que precisa ser feito e onde se quer chegar, foco em bater metas e alcançar resultados de forma mais rápida com as pessoas certas. 

E isso tudo não é possível de alcançar sem um time 100% alinhado, onde cada um entenda e realize suas funções no trabalho.

Saber delegar tarefas

É fundamental que o dono da empresa execute o seu verdadeiro papel de dono, o que eu chamo de trabalho duro: trabalho estratégico. Todo o resto pode ser considerado trabalho burro, quando executado pelo dono. Você, empresário, tem que estabelecer e correr atrás das suas metas, alinhando o seu time para que ele entregue resultados eficientes. 

É necessário saber delegar as tarefas e não “delargá-las”. 

E o que isso significa? Delegar as tarefas é o que eu chamo de gerenciamento por delegação. É quando você determina o que precisa fazer, estabelece metas da sua empresa, alinha as pessoas certas e monta seu time para que ele entregue. Assim você faz as coisas de uma maneira efetiva e consegue mensurar os avanços. 

Já “delargar” tarefas é um outro nome para o que chamo de gerenciamento por abdicação. É quando você não prepara a pessoa certa para executar a tarefa certa, e as coisas não acontecem como deveriam e, muitas vezes, o dono não sabe o porquê.

Essas tarefas são realizadas de acordo com o nível de maturidade do seu funcionário. Você terá diferentes níveis de maturidade na sua empresa. E vou explicar sobre isso a seguir.

Saber capacitar e como dar suporte aos funcionários

Funcionários sem maturidade não possuem autonomia e não tomam decisões por conta própria. Eles estão sempre precisando da presença do líder. 

Já funcionários com maturidade alta sabem estabelecer as suas metas e tomam as suas próprias decisões.

O seu papel, como líder, é desenvolver as pessoas sem maturidade, transformando-as em funcionários maduros que sejam capazes de funcionar sem depender do dono. Essa é uma parte do seu trabalho estratégico.

Mas não cometa o erro de tratar todos de forma igual. Seus funcionários são pessoas diferentes uns dos outros e precisam de um tratamento específico.

Você precisa ter flexibilidade para atuar dando direção com pessoas sem maturidade e dando suporte com pessoas com maturidade. São os chamados: comportamento diretivo e comportamento suportivo. Veja-os abaixo.

Comportamento diretivo

O comportamento diretivo se dá quando o líder direciona tudo que seus funcionários que têm baixo nível de maturidade precisam fazer, de forma individual. 

Você, empresário, deve acompanhar e capacitar este colaborador com mecanismos como checklists, processos desenhados e passo a passo. Além disso, você deve estabelecer as metas deste funcionário e seus respectivos prazos de cumprimento e deve checar de perto  o andamento da tarefa.

Fazendo isso todos os dias, você direciona seu colaborador sem maturidade a desenvolver as habilidades necessárias para a função e treina ele a executar a tarefa do jeito correto, de acordo com a cultura do seu negócio. A tendência é que, ao longo do tempo, ele cumpra seu papel com excelência e desenvolva mais autonomia, até se tornar um funcionário maduro. 

A melhor forma de incentivá-lo a chegar lá é reconhecendo e celebrando seus acertos, bem como dando feedback do que não saiu como deveria. Quanto mais você acompanha e reconhece este funcionário, mais confiança ele vai ter e mais resultado ele vai entregar. 

A partir do momento em que este colaborador atingir o nível de maturidade, o seu comportamento com ele mudará. É isso mesmo! 

Por isso falei anteriormente sobre não tratar todos os colaboradores da mesma forma. Com a pessoa com maturidade, você vai exercer outro tipo de comportamento: o suportivo.

Comportamento suportivo

Neste tipo de comportamento, o empresário pede para a pessoa com maturidade estabelecer a própria meta e seu prazo. O seu papel como líder é aceitar ou não aquela meta – como pedir para que ela seja mais ousada, por exemplo, ou até mesmo questionar o seu prazo. 

O grande ponto do comportamento suportivo é saber que quem estabelece a meta é o profissional com nível de maturidade alta, para que ele se sinta cada vez mais motivado e desafiado em atingir resultados. 

A função do dono da empresa é entender o que ele precisa e tirar as barreiras do caminho, caso existam – ou seja, dar-lhe o suporte necessário para a realização de suas funções ou tarefas e atingimento dos resultados.

Você pode entender por esse vídeo também, Comandante:

Não sei por onde começar. E agora?

O primeiro passo é identificar qual é a sua grande ambição como empreendedor e ter clareza sobre o  que está travando o seu negócio .

Em uma conversa, ouvi de um dono de uma empresa que ele ainda não tinha conseguido fazer com que seu negócio se tornasse autogerenciável. 

Eu o fiz algumas perguntas, e ele chegou à conclusão de que os seus funcionários não funcionam se ele não estiver sempre presente e isso, provavelmente, acontece porque eles não tinham o nível de maturidade para entregar o que ele precisava ou até mesmo, o próprio dono, por ser centralizador, não dava autonomia para os funcionários executarem o que precisava ser feito. Esse costuma ser um dos principais problemas identificados. 

Se você, empresário, não tem clareza sobre o que precisa ser feito, é fundamental que você invista em treinamentos com pessoas que já passaram pelo caos que você está passando hoje. 

Não tem jeito, eu sempre falo que todo dono de empresa precisa de ajuda externa. E isso é um fato. Sempre que um dono de empresa não souber como vencer os desafios, ele vai precisar de ajuda externa.

Além de fazer a sua empresa e você mesmo se libertarem do caos, esse comportamento revela que você se interessa pelo desenvolvimento da empresa e motiva as pessoas a buscarem níveis de maturidade cada vez maiores. 

Mas ao mesmo tempo, lembre-se que um dos principais aspectos para tornar a sua empresa autogerenciável, é construir uma cultura organizacional sólida e vivida por todos dentro da empresa.

Desta forma, todos os processos da sua empresa serão executados de forma efetiva. 

Por fim, não deixe de considerar as ajudas externas, que vêm de mentores, treinamentos e consultorias, e que podem ajudar a fazer sua equipe funcionar sem depender de você, até mesmo na contratação correta de funcionários. 

 Eu criei o EAG – Empresa Autogerenciável com base na minha experiência de 24 anos como empresário, após construir outras duas empresas no mesmo método (e ter funcionado). Assim como você, já passei por muito caos nas minhas empresas.

Mas, com o passar do tempo, após muito trabalho duro, aprendi ferramentas valiosas que tiraram os meus negócios do caos. E com essas ferramentas que já ajudei milhares de donos de empresas e que quero ajudar você.

Essas poderosas ferramentas já ajudaram mais de mil empresários a conquistarem uma equipe que funciona sem depender deles. Ajudaram esses donos de empresas a se libertarem do caos. Ajudaram a conquistar uma empresa autogerenciável. 

E por meio de uma empresa autogerenciável eles puderam tirar férias, passar mais tempo com a família, assistir a apresentação dos filhos na escola, aproveitar novas oportunidades, resolver conflitos na sociedade e focar no que realmente faz o negócio crescer.

Pelas palavras do Eduardo Vanassi, um empresário que passou pelo nosso programa, o EAG funciona como um “Vidrex” para o dono da empresa. Ele falou que é como se ele tivesse pegado um pano e esfregado no vidro até ficar claro, nítido e tudo passar a fazer sentido. “Dá trabalho, mas o resultado vem e eu sabia exatamente o que precisava ser feito”.

Para que a gente possa viver o nosso valor de Compromisso com o Resultado do Cliente e garantir o resultado dos empresários que passam pelos nossos treinamentos, nós selecionamos individualmente cada dono de empresa por meio de uma sessão estratégica gratuita. 

Nesta sessão, o dono da empresa conquista três coisas:

  • Clareia a grande ambição desse negócio
  • Identifica os obstáculos que estão impedindo de chegar lá
  • Sai da sessão estratégica reenergizado para fazer acontecer

Além dessas três conquistas, a sessão estratégica serve para selecionarmos apenas os donos de empresas que estão realmente aptos e comprometidos em tornar a empresa autogerenciável.

Os treinamentos são totalmente focados na mão na massa,no trabalho duro, e exigem alta dedicação dentro e fora deles.

Mais sobre cultura organizacional

Depois de falar tudo isso, preciso reiterar para você, empresário, sobre um “detalhe” muito importante para o sucesso da sua empresa. 

A cultura organizacional precisa estar clara  para seus funcionários, para que ela seja vivida. Dessa forma, eles entregarão os resultados esperados para seus clientes. Isso acarreta em uma equipe engajada, focada em resultado e que funciona sem depender do dono.

Mas concordo que isso não é fácil de se fazer e exige muita energia e trabalho duro. Por isso, para saber como engajar os seus funcionários para que atinjam melhores resultados, indicamos a leitura do material “Como fazer meus colaboradores aderirem à cultura da minha empresa?”.

Boa leitura!

Considerações finais

A cultura da sua empresa é um dos principais componentes para  torná-la autogerenciável. Liderar o seu time de acordo com o nível de maturidade de cada um, também é um pilar. Desta forma, eles vão entender os resultados que você e sua empresa esperam, conseguindo cumprir o que for proposto. 

Para isso, você precisa delegar tarefas para os seus funcionários. Eles fazem a parte operacional da sua empresa, enquanto você faz a parte estratégica, que é justamente visando o seu crescimento. 

Lembre-se que, se você fizer tudo sozinho, você se torna o gargalo do seu próprio negócio e deixa de focar no que realmente importa. Por isso, é fundamental delegar tarefas e considerar ajudas externas para se libertar do caos. 

O EAG Empresa Autogerenciável foi criado para ajudar donos de empresas a acabar com o CAOS através de uma equipe autogerenciável.